16/10/2012

Expocatadores chega a São Paulo em novembro

A Expocatadores, promovida pela Associação Nacional dos Carroceiros e Catadores de Materiais Recicláveis (Ancat), acontecerá entre os dias 28 e 30 de novembro, em São Paulo (SP). O evento é uma boa oportunidade para negócios, troca de experiências, disseminação de conhecimentos e tecnologias para a gestão eficiente dos resíduos sólidos. 

Além disso, a Expocatadores tem o intuito de destacar a função social dos catadores, que diariamente tira os resíduos das ruas, reduzindo o volume dos lixões e aumentando a vida útil dos aterros. Além do mais, o catador chama a atenção do cidadão para o lixo que não é lixo, educando para o consumo consciente.

A programação inclui diversas atividades, entre elas, os seminários sobre: Gestão e Tecnologia; Desenvolvimento Humano e Formação; Incidência Política e Desenvolvimento Econômico Sustentável; e Copa/ Encontros do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). Estarão presentes representantes da indústria da reciclagem de toda a América Latina e Caribe, Ásia e Europa. Durante o Expocatadores haverá, ainda, o lançamento do livro “Política Nacional, gestão e gerenciamento de Resíduos Sólidos”.

No Brasil, menos de 10 % do lixo urbano, contra 40% que é reciclado na Europa e nos Estados Unidos. Segundo os organizadores, o evento é uma boa oportunidade para os cidadãos perceberem de forma efetiva, que de tudo o que é descartado diariamente, 80% poderia ser reciclado ou reutilizado das mais diversas formas. 

Para mais informações sobre programação e inscrições, clique aqui. 

09/10/2012

Copos descartáveis nunca mais!


A Sede do CRESS-MG, em BH, adotou nova medida para contribuir com o meio ambiente. Os copos descartáveis foram abandonados e, no lugar deles, os funcionários passarão a usar canecas de cerâmicas individuais.

A iniciativa pretende reduzir o número de plástico consumido pela Sede, lembrando que o material demora cerca de 100 anos para se decompor na natureza. O uso dos copos descartáveis será permitido apenas para o público externo que passa pelo local diariamente.

BH recebe o 11º Festival Lixo e Cidadania



Belo Horizonte irá sediar, entre os dias 22 e 26 de outubro, o 11º Festival Lixo e Cidadania (FLIC). O evento, promovido pelo Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), tem o objetivo de discutir o futuro do Brasil na gestão dos resíduos sólidos urbanos com inclusão socioprodutiva dos catadores, partindo de quatro vertentes: legislação, financiamento, desenvolvimento econômico e inclusão social e tecnologias.

A programação é gratuita e inclui oficinas, palestras, seminários e exposições de arte relacionados ao tema. Participarão catadores de material reciclável, artistas, técnicos, pesquisadores, acadêmicos, gestores públicos, empresários e autoridades dos governos federal, estadual e municipal. Entre os convidados estão a presidenta da República, Dilma Rousseff e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Haverá, também, a participação de representantes da União Europeia que apresentarão suas experiências na gestão compartilhada dos resíduos sólidos e delegações de diversos países da América Latina.

Todas as atividades acontecerão no CMRR, localizado na Av. Belém, 40 - Bairro Esplanada -
Belo Horizonte.

Confira mais informações aqui. 

28/08/2012

Ato reivindica direitos para a população de rua em BH

                              
No dia 16 de agosto, diversas entidades se reuniram para realizar uma manifestação em defesa dos direitos da população de rua de Belo Horizonte. O Ato Pela Vida, como foi chamado, aconteceu às 10h, na sede do Centro Nacional de Defesa de Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH/PSR/CMR), localizado na Rua Paracatu, 969 - Barro Preto (BH).
 
Uma das motivações para a realização do evento foi o fato de Belo Horizonte ter alcançado, em 2012, um número alto de moradores de rua assassinados de forma violenta. Foram cerca de 80 pessoas mortas no último ano e, para homenageá-las, foram afixadas fitas negras no portão do Centro. Mais tarde, as fitas foram retiradas e amarradas nos pulsos dos presentes para simbolizar que a vida dessas pessoas não foi perdida em vão.
 
Durante todo o encontro, o cantor e educador, Dimir Viana, animou os participantes com canções de valorização das pessoas em situação de rua que, mesmo sem moradia, merecem respeito e dignidade. A coordenadora do CNDDH, Karina Alves, explicou que a principal função da instituição é a de registrar e acompanhar as violações dos direitos desses grupos sociais marginalizados. “Buscamos articular com entidades públicas e movimentos sociais para garantir os direitos dos catadores e das pessoas que hoje residem nas ruas e temos tido bons resultados.” O Centro, que foi inaugurado em maio de 2011, já conta com seccionais nas cidades de Fortaleza, Salvador, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro. O objetivo é que cada estado brasileiro conte com um Centro que fiscalize as violações dos direitos desses grupos sociais, para, posteriormente, pensar em estratégias para combatê-las, de acordo com o perfil de cada local. 
 
Representação
 
Com uma longa trajetória de rua, Samuel Rodrigues, coordenador do Movimento Nacional do Povo de Rua (MNPR), já passou por vários estados e diz que se fixou em BH, há oito anos, por ter encontrado aqui pessoas que estavam dispostas a lutar pela causa. “Quando cheguei nesta cidade, conheci muita gente que acreditava na possibilidade de reconquistar os direitos que um dia foram negados ao povo da rua e foi isso que me fez ficar aqui.” Samuel diz se orgulhar de sua história e sabe que se não tivesse passado pelo que passou, não poderia estar hoje lutando pelos direitos de quem ainda vive nas ruas. “É com muito orgulho que eu apoio essa causa. Eu não estou aqui para apanhar de polícia e nem para ser varrido por jato d’água. Eu estou aqui pela minha vida, pela minha dignidade e pelo meu direito como cidadão.”
 
O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCMR) foi representado por Fernando Godoy, que também já foi morador de rua e, em sua fala, ressaltou que todos que vivem na rua são um pouco catadores também. Segundo ele, a capital mineira já avançou muito nas políticas públicas para esses dois grupos sociais. “Falta muito para conquistarmos tudo que queremos, mas BH já evolui bastante. Hoje somos referência no Brasil e a tendência é só melhorar.”
 
Para conferir as fotos do Ato, clique aqui. 

14/08/2012

Ato pela Vida reivindica a violência contra catadores e população de rua

Nesta quinta-feira, 16 de agosto, Belo Horizonte sediará o “Ato pela vida”, promovido pelo Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCMR), Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR) e o Centro Nacional de Defesa de Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH).

O evento começará às 10h, na sede da CNDDH, localizada na Rua Paracatu, 969 - Barro Preto (BH). Na ocasião, haverá um momento cultural e vários relatos sobre as violações acompanhadas neste um ano e meio de existência do Centro. O objetivo é protestar contra as violações que acometem a população de rua e os catadores de materiais recicláveis.

Participe você também dessa iniciativa!

28/06/2012

CFESS Manifesta - Dia Mundial do Meio Ambiente

 Serviço Social, socorro! Clique na imagem abaixo e leia o CFESS Manifesta.


29/05/2012

Fique atento! Reaproveite!

Todo resíduo descartado demora um período de tempo para se decompor. Isto significa o óbvio: o lixo não acaba no lixo! Ele continua existindo depois que o jogamos na lixeira.

Geralmente, as tabelas sobre o tempo de decomposição levam em consideração o tipo de material. Entretanto, se trata de um cálculo aproximado do tempo. Por exemplo, diversas estimativas apontam que o vidro demora cerca de 4 mil anos para se decompor.

Os dados, contudo, podem variar. Isso porque existem diversos fatores que podem influenciar no tempo de decomposição, como as condições do solo ou ambiente em que os materiais foram descartados. Um mesmo resíduo irá se decompor em um período diferente se for descartado na água do mar ou diretamente no solo. As condições de acidez e oxidação têm influência em todo o processo.

De qualquer forma, os dados atestam a necessidade de nos preocuparmos com a geração do lixo, pois os novos resíduos são produzidos numa velocidade infinitamente superior ao tempo de decomposição dos mesmo. Portanto, é fundamental verificarmos todas as possibilidades de reintroduzir os materiais na cadeia produtiva da reciclagem e do reaproveitamento.

Veja abaixo dois exemplos interessantes:

  • Segundo dados da Furnas Centrais Elétricas S/A, reciclando uma garrafa de vidro, você economiza energia para acender uma lâmpada por quatro horas. Veja uma forma de reaproveitamento:

  • Aprenda a fazer arroz na garrafa PET:




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